Grécia prende mais 35 integrantes de ONG’s por espionagem, sabotagem e tráfico de seres humanos

Navio da guarda costeira grega em patrulha com auxilio de fastboats tentando interceptar embarcações de tráfico de seres humanos que partem da Turquia para as ilhas gregas. imagem via Helenic Navy.

A Grécia através da sua Polícia Nacional e serviços secretos, prendeu e acusou formalmente mais 35 integrantes europeus de ONG’s ditas humanitárias por crime de espionagem, sabotagem contra a Grécia e tráfico de seres humanos, acusando-os de ajudar a contrabandear milhares de migrantes da Turquia, entre os quais estariam outros milhares de criminosos e terroristas islâmicos, entre outros.

Anteriormente, já foi aberto um caso contra outros 330 membros de ONGs, incluindo alemães, suíços, franceses, búlgaros, espanhóis, austríacos e noruegueses.

O governo da Grécia teme que os ditos grupos de ajuda aos refugiados sejam na realidade uma grande estrutura de desestabilização geopolítica contra a Europa sob coordenação e com apoio da Turquia, e que usa a Grécia como porta de entrada. Detalhes dos suspeitos, que são em sua maioria alemães, assim como austríacos e suecos, não foram divulgados, porém suspeita-se que muitos deles usam passaportes falsos ou obteram suas nacionalidades européias de forma fraudulenta, pois muitos são de origem étnica do oriente médio, são islâmicos e alguns mal falam o idioma das nacionalidades que alegam.

Nessa nova fase das investigações, quatro ONGs com sede na Alemanha, Áustria e Noruega foram implicadas no empreendimento criminoso.

O relatório indica que as ONGs acima mencionadas se coordenaram com colegas e migrantes localizados nas ilhas gregas, particularmente Lesvos, em uma rede sofisticada que pode ter ajudado a mover milhares de estrangeiros ilegais da Turquia para o território europeu.

As autoridades acreditam que os contrabandistas podem ter obtido acesso a sites fechados do governo turco e grego, comunicações por meio de senhas roubadas, usando informações sobre os movimentos das patrulhas navais gregas e da FRONTEX para estabelecer pontos de lançamento e rotas para migrantes e traficantes.

As evidências encontradas a bordo de um barco de ONG indicam que os trabalhadores usaram sinais e canais para fornecer “informações do telefone comercial do navio para os migrantes na costa turca”, bem como “dados sobre fluxos de migração, mapas com portos naturais em Chios, Lesvos e Samos , mapas com pontos de partida de migrantes da Turquia. “

Os contrabandistas também interceptaram e interferiram nas transmissões entre as patrulhas de fronteira gregas utilizando sofisticados equipamentos de comunicação de uso militar de origem ainda desconhecida.

Inicialmente, os integrantes dessas ONG’s teriam violado as leis de imigração ao ajudar na transferência de migrantes da Turquia para a ilha de Lesbos.

“Sob o pretexto de ação humanitária, eles forneceram informações confidenciais … aos fluxos de refugiados da Turquia por meio de grupos fechados e aplicativos da Internet ‘‘, segundo um comunicado policial divulgado pelo governo grego:

http://www.astynomia.gr/index.php?option=ozo_content&lang=%27..%27&perform=view&id=97610&Itemid=2509&lang=

A polícia afirma que esta informação inclui detalhes de quando e onde na costa turca os barcos de migrantes se preparavam para partir para a Grécia, as coordenadas dos barcos e sua direção, o número de pessoas a bordo e a situação no acampamento de migrantes de Moria em Lesbos .

As autoridades estão investigando pelo menos 32 casos de migrantes que chegam à ilha e dizem que os suspeitos também “atrapalharam o trabalho operacional” dos navios da guarda costeira grega.

A polícia disse que a investigação em andamento começou há vários meses e incluiu o serviço de inteligência grego e a polícia antiterror.

Desde que começou a onda de invasão dos imigrantes ilegais a criminalidade violênta subiu a níveis alarmantes por toda a Grécia, o que forçou o governo, forças armadas e a população a tomarem medidas drásticas para combater o que é considerado como uma invasão disfarçada de migração descontrolada de refugiados. O governo da Turquia, que é um dos principais acusados do problema nega tudo e acusa a Grécia de xenofobismo.

De acordo com a propria ONU; muitos dos migrantes e/ou refugiados que alegam fugir da guerra na Síria e outras regiões do Oriente Médio, são na realidade migrantes de oportunidade econômica, não são pobres e apenas buscam viver de auxilios sociais dos governos europeus. Na realidade apenas 20% dos migrantes estaria em algum tipo de condição para análise de processo de acolhimento como refugiado.

Milhares de migrantes e refugiados chegam às ilhas gregas vindos da costa turca próxima a cada ano, sendo Lesbos um dos principais destinos.

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Com informações Euronews, AFP, Polícia Nacional Grega via redação Orbis Defense Europe.





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