Onda de violência na Suíça; Governo exige que a Argélia repatrie seus delinquentes

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A Suíça, conhecida mundialmente pela sua tranquilidade e alto padrão de vida conquistado por séculos de neutralidade política, agora é o novo alvo da criminalidade que assola a Europa, e em especial com a criminalidade que está na sua vizinha a França (considerado o país mais violênto da Europa) e que agora migra para além fronteiras.

Durante esse verão, muitas vilas de fronteira foram alvos de gangues de delinquentes, e principalmente o município suíço de Neuchâtel, qual passou por uma onda sem precedentes de roubos e crimes violêntos, que de acordo com a Polícia Nacional Suíça foi pelo menos 300% maior que nos últimos anos 3 anos!

Os autores dos delitos são maioritariamente argelinos, ou se declaram argelinos franceses (?!?), comunicam a polícia, que foi muito criticada pela sua resposta repressiva tardia e que também teve que enfrentar uma iniciativa de “autodefesa cidadã”, que em alguns casos foi violênta, com os criminosos detidos pela população civil, e com estes sofrendo agressões e sendo filmados para divulgação nas redes sociais.

Um dos resultados da crescente criminalidade que aumentou nos últimos anos foi a grande procura por treinamentos de defesa pessoal na Suiça, principalmente envomvendo ataques com facas. Morges, Switzerland, 16/11/2019. Cours d’auto défense face à l’arme blanche. © Niels Ackermann / Lundi13

Enquanto Porrentruy, no cantão de Jura, declarava os “francêses” indesejáveis em sua piscina municipal devido à incivilidade, diversas regiões da Suíça enfrentaram um fenômeno de delinquência juvenil, com autores de origem estrangeira, principalmente norte-africana, raramente observado anteriormente. Os números assutam: 2.580 roubos, 420 deles com violência e até dezenas de estupros foram cometidos lá neste verão somente na região de Neuchâtel, cifras que são pelo menos 300% mais do que nos últimos três anos em toda a Suíça…

A imprensa suíça, que explica que a operação inicial de busca e captura da Polícia “permitiu deter e identificar 1890 indivíduos, dois terços dos quais são reincidentes”. “Um criminoso de 21 anos que tentou se declarar menor de idade tem sozinho 270 casos identificados”, disse um policial judiciário.

A maior parte dos delinquentes vêm da Argélia”, acrescentou, antes de salientar que muitos destes bandidos que se apresentam como argelinos não falam a verdade e até mesmo apresentam documentos franceses, belgas e espanhóis falsificados ou originais legais obtidos por meios fraudulentos.

A reação do Conselheiro Estadual de Segurança da Suiça, Alain Ribaux, declarou; “queremos que a Confederação Suíça pressione o governo argelino a repatriar seus delinquentes.” “A proximidade do centro de asilo de Perreux explica apenas parte dos casos porque um determinado número de delinquentes detidos não estava registado como requerente de asilo político (refugiado)”, especificou o político suíço.

Se é claro que os argelinos podem de fato ser encontrados entre esses criminosos, em particular os migrantes ilegais cujo número continuou a aumentar nos últimos meses, o fato é que a identidade argelina dos criminosos presos pela polícia suíça, faz crer em uma “especialidade argelina” e/ou máfia de banditismo sectário/comunitarista na Europa.

A atitude do governo suíço é considerada inédita pela União Européia, pois como muitos dos criminosos detidos tem ou estão requerendo “status de refugiados”, estes passam a ser regidos pelas leis européias de direitos humanos, o que pode impedir a sua expulsão para o país de origem e ainda concede diversos direitos de recursos para a avaliação do caso criminal como “excesso por necessidade pessoal”( roubo para saciar a fome?!?).

Caso a expulsão desses milhares de criminosos se realize nos próximas semanas, será um exemplo inédito para a União Européia, esta que pratica leis e procedimentos considerados duvidosos sobre os tratos com imigrantes ilegais comprovadamente criminosos, mas que são protegidos por diversas ONG’s de direitos humanos alegando proteção à refugiados.

  • Com informações Swissnet 24, InfoCH, STF Analisys & Intelligence via redação Orbis Defense Europe.





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