“Rebeldes moderados” da Síria apoiados pela Turquia usam insígnia do ISIS no uniformes

Uma das muitas imagens registradas desde os inicios do envolvimento turco no conflito, com muitos rebeldes que integravam as fileiras do ISIS agora lutando sob a auto intitulada "forças democraticas", mas com o uso ostensivo de identificações do ISIS. Imagem via Syrian Observatory for Human Rights, STF Analisys & Intelligence.

Apenas um “rebelde moderado” comum (auto intitulados forças democraticas anti-Assad) apoiado pela Turquia na província síria de Idlib. Ele usa uma insígnia do ISIS e mantém fortes sentimentos “democráticos” em seu coração.

Outro ‘rebelde moderado’ com uma insígnia do ISIS é fotografado durante os confrontos com o Exército Sírio no oeste de Aleppo:

O pior na siuação é o uso frequente de uniformes do tipo multicam, que também são usados por tropas dos EUA e Russia, geralmente para facilitar infiltrações e confusões entre a população civil e imagens para as midias internacionais. Imagem via Syrian Observatory for Human Rights, STF Analisys & Intelligence.

Os militantes posicionados ao longo Idlib estão em uma retirada em grande escala desde 25 de dezembro de 2019. Eles perderam mais de 2.000 quilômetros quadrados de territorio conquistado anteriormente na guerra civil ao Exército Árabe Síria (SAA) desde então.

Apesar de todos os sucessos evidenciados pelo Exército Árabe Sírio, a Turquia continua a ampla divulgação de propaganda de suas vitórias militares contra o “regime Assad”. A escala dessas vitórias imaginárias está se tornando progressivamente maior devido ao amplo apoio das midias ocidentais alinhadas ao governo turco.

Na manhã do dia 13 fevereiro, o Ministério da Defesa turco disse que 55 soldados sírios foram “neutralizado”, e isso ainda era uma parte da resposta às mortes dos 5 soldados turcos como resultado de ataques recentes do SAA.

A Agência Anadolu (Turquia) afirmou que as forças turcas conseguiram a “neutralização” de mais de uma centena de militares sírios, mas o Ministério da Defesa disse que suas fontes que; apenas 55 sírios foram “neutralizadas”, essencialmente, mais uma vez, distribuindo as “conquistas” aos militantes anti Assad (ISIS).

De acordo com as alegações das midias turcas, mais de 200 soldados sírios foram mortos na resposta da Turquia e ações de Idlib “grupos armados de oposição e anti-regime”, além de uma grande quantidade de material militar sendo destruído.

Estes são os “rebeldes moderados” que a Turquia apóia e as reivindicações estão lutando por seus direitos contra o “regime de Assad”, militantes com insígnias do ISIS em seus ombros:

Além disso, a mídia turca e o próprio governo se recusam a reconhecer que há grupos radicais remanescentes do ISIS presentes em Idlib, mesmo nos mapas divulgados por eles, e descrevem grupos como Hay’at Tahrir al-Sham (anteriormente o ramo sírio de Qaeda) como “grupos armados de oposição e anti-regime”.

Enquanto isso, Ancara se recusa inteiramente a admitir que a área está infestada por terroristas do ISIS e Al Quaeda, dizendo que as forças do presidente sírio Bashar al-Assad estão efetivamente simplesmente atacando civis. Recentemente esses mesmos “civis” atacaram um comboio dos EUA na região aproveitando a confusão reinante na região.

  • Com informações Syrian Observatory for Human Rights, STF Analisys & Intelligence, SANA Syria via redação Orbis Defense Europe.




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