Transmissão ao vivo relembra os 75 anos dos jornalistas brasileiros na II Guerra Mundial

O evento acontecerá na página do curso de Jornalismo da UniSecal e terá como temática ‘Correspondentes brasileiros na Segunda Guerra Mundial: 75 anos depois’. A transmissão trará histórias de jornalistas brasileiros durante a Segunda Guerra.

Evento é aberto para toda a comunidade e acontecerá na página do Facebook do curso de Jornalismo da UniSecal

Em 30 de abril de 1945 na cidade de Fornovo di Taro, no norte da Itália, aconteceu a rendição incondicional de aproximadamente 14,5 mil alemães por conta dos serviços da Força Expedicionária Brasileira (FEB). O evento da Segunda Guerra Mundial ficou marcado como ‘Batalha de Fornovo di Taro’ e completa 75 anos. E para relembrar a data o coordenador e professor do curso de Jornalismo da UniSecal, Dr. Helton Costa, realizará uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira (30), às 19h30. O docente é especialista no assunto e já foi premiado nacionalmente pelas suas pesquisas sobre o tema.

“Um pequeno perfil de cada correspondente que foi para a guerra, além de contextualizar o que ela foi. Também comentarei sobre a visão e feitos dos repórteres durante o evento mundial, mostrando a participação deles”, explica o doutor em Comunicação e pós-doutor em História.

Aberto para toda a comunidade, a live também se baseará na obra ‘Crônicas de sangue: jornalistas brasileiros na II Guerra Mundial’, livro desenvolvido por Helton e que traz 159 páginas com o cotidiano de 11 repórteres durante a II Guerra Mundial, além de uma galeria de fotos e biografia de cada correspondente.

Helton foi premiado no ‘Militum 2019 – III Festival de Cinema de História Militar’ com o documentário ‘V de Vitória’. Sua produção concorreu com 27 obras cinematográficas, de nove estados brasileiros, e foi reconhecida como melhor filme na temática Brasil na II Guerra Mundial e melhor documentário.

Importância do Jornalismo

Segundo Helton, o Jornalismo é importante para consolidar democracias, especialmente durante a Segunda Guerra Mundial. “O Jornalismo desde sempre, em especial na II Guerra, foi utilizado como uma arma ideológica e, no caso brasileiro, como uma arma de consolidação da democracia, porque serviu tanto para combater o nazifascismo no front italiano como uma forma de protesto no front interno contra a ditadura do Getúlio Vargas. Nesse sentido, o jornalismo brasileiro cumpriu o seu papel de maneira extraordinária”, relata o professor.

Além disso, o docente ressalta que o Jornalismo serve à sociedade.

“Nossa profissão, ontem e hoje, deve estar a serviço do combate do autoritarismo, seja ele da cor que for, de esquerda ou de direita, de centro… Enfim, o Jornalismo deve servir à sociedade”, finaliza Helton.

Há 75 anos – Batalha de Fornovo di Taro

A data de 30 de abril de 1945 marca o fim da rendição dos alemães em Fornovo di Taro (ITA). Porém dias antes, em 28 de abril, após a ‘Batalha de Collecchio’, homens brasileiros do 6º Regimento de Infantaria, o Esquadrão de Reconhecimento, parte da Engenharia de Combate e alguns tanques americanos atacaram a tropa alemã após um ultimato da FEB.

E em 29 de abril, não aguentando os ataques brasileiros, o general Otto Fretter-Pico anuncia rendição incondicional dos alemães, que contavam com cerca de 14,5 mil soldados, número maior que a FEB. A rendição completa da tropa alemã acaba às 18h de 30 de abril de 1945.

  • Com informações da UNISECAL via redação Orbis Defense.




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