UK Strike Group liderado pelo HMS Queem Elizabeth efetuará manobras no litoral da Escócia

UK Carrier Strike Group liderado pelo HMS Queen Elizabeth, ainda sem a escolta de outrs navios de Marinhas da OTAN. Foto de Belinda Alker via Royal Navy.

O Ministério da Defesa do Reino Unido informou que as capacidades operacionais do Carrier Strike Group do HMS Queen Elizabeth serão exibidas durante o exercício ‘Strike Warrior’, que acontecerá na costa da Escócia em maio. O grupo de ataque é a maior e mais poderosa força marítima liderada pela Europa em quase 20 anos.

Antes da implantação, o grupo de ataque do porta-aviões Queen Elizabeth passará por uma série de testes operacionais na região da faixa oeste das Ilhas Hébridas, no litoral da Escócia, nesse mês de março de 2021 em data ainda não divulgada.

O exercício de combate naval liderado pelo Reino Unido, incluindo várias outras Marinhas da OTAN, será o teste final para o UK Carrier Strike Group antes de iniciar seu destacamento inaugural operacional no Oceano Pacífico.

O Ministério da Defesa afirma que o UK Carrier Strike Group “oferece à Grã-Bretanha escolha e flexibilidade no cenário global, tranquilizando nações amigas e aliados, apresentando um poderoso dissuasor para possíveis adversários globais” .

O Ministério da Defesa do Reino Unido declarou que a implantação deverá incluir dois Destroyers Tipo 45, duas Fragatas Tipo 23, duas embarcações de logística auxiliar da Frota Real (Royal Fleet Auxiliary) e um submarino, um destróier americano e potencialmente muitas outras embarcações de nações aliadas integrantes da OTAN.

A tarefa de proteger um porta-aviões envolve muitos navios, submarinos e contingente humano. Um Carrier Strike Group tem uma escolta padrão na forma de fragatas Tipo 23 e destróieres Tipo 45, dando ao grupo de ataque a capacidade de se defender contra ameaças de forças de superfície e submarinas.

Após o teste de preparação na região oeste das Ilhas Hébridas, o HMS Queen Elizabeth e seu Carrier Strike Group irão para o Pacífico, para participar de outras eventuais manobras com a U.S. Navy, Royal Australian Navy e outras Marinhas aliadas, com o destaque para a Marinha de Autodefesa do Japão (ainda não confirmadas).

UK Carrier Strike Group liderado pelo HMS Queen Elizabeth, ainda sem a escolta de outrs navios de Marinhas da OTAN. Foto de Belinda Alker via Royal Navy.

O Comodoro Steve Moorhouse, Comandante do UK Carrier Strike Group, disse:

“O novo UK Carrier Strike Group é a personificação do poder marítimo britânico e está no centro de uma Marinha Real modernizada e fortalecida. Protegido por um conjunto de destróyers avançados, fragatas, helicópteros e submarinos, e equipado com caças de quinta geração, o HMS Queen Elizabeth é capaz de atacar do mar em um momento e local de nossa escolha; e com nossos aliados da OTAN ao nosso lado, estaremos prontos para lutar e vencer nas circunstâncias mais difíceis. O UK Carrier Strike oferece opções e flexibilidade à Grã-Bretanha no cenário global; tranquiliza nossos amigos e aliados e apresenta um poderoso dissuasor para possíveis adversários.

Como o UK Carrier Strike Group vai operar?

O UK Carrier Strike Group liderado pelo HMS Queen Elizabeth está agora em capacidade operacional inicial inicial, ou COI, significa que todos os elementos do grupo de ataque foram reunidos com sucesso, desde caças a radar e armas anti-navio.

O Ministério da Defesa do Reino Unido afirma que o grupo inclui os contratorpedeiros mais sofisticados da OTAN, como o HMS Diamond e o HMS Defender da Marinha Real Britânica e os USS The Sullivans da classe Arleigh Burke da Marinha dos EUA, bem como as fragatas HMS Northumberland e HMS Kent do Reino Unido e da Marinha Holandesa HNLMS Evertsen.

Navios da Frota Real Auxiliar (Royal Fleet Auxiliary) também desempenham um papel vital, mantendo o grupo de ataque reabastecido com alimentos, armamento, combustível e outros suprimentos diversos.

Os porta-aviões da classe Queen Elizabeth serão implantados com até dois esquadrões de aeronaves F-35 Lightning operacionais e 24 F-35Bs (provavelmente do USMC) a bordo, com uma capacidade máxima que permite até 36 aeronaves, entre outras.

O Ministério da Defesa afirma que o grupo inclui os contratorpedeiros mais sofisticados da OTAN, oriundos da Marinha Real, da Marinha dos Estados Unidos e da Marinha Holandesa. Eles não apenas protegerão os porta-aviões da classe Queen Elizabeth de navios, submarinos, aeronaves e mísseis inimigos, mas também serão capazes de realizar uma variedade de missões de apoio, desde segurança marítima até ajuda em auxilíos humanitários em situações de desastres naturais.

https://www.youtube.com/watch?v=k8sLAJbzhh4

  • Com informações Royal Navy e The United Kingdon Ministry of Defense, via redação Orbis Defense Europe.





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